Aços Joseense https://acosjoseense.com.br/ Ferro e Aço Fri, 05 Jan 2024 20:48:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://acosjoseense.com.br/wp-content/uploads/2020/03/cropped-icon-1-32x32.png Aços Joseense https://acosjoseense.com.br/ 32 32 Copom reduz juros básicos da economia para 12,25% ao ano https://acosjoseense.com.br/2023/12/26/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1225-ao-ano/ https://acosjoseense.com.br/2023/12/26/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1225-ao-ano/#respond Tue, 26 Dec 2023 11:00:00 +0000 https://acosjoseense.com.br/?p=533 O comportamento dos preços fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela terceira vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 12,25% ao ano. A decisão, anunciada na tarde desta quarta-feira (1º), era esperada pelos analistas financeiros. Em comunicado, o […]

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O comportamento dos preços fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela terceira vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 12,25% ao ano. A decisão, anunciada na tarde desta quarta-feira (1º), era esperada pelos analistas financeiros.

Em comunicado, o Copom informou que a economia internacional exige maior atenção e cautela de países emergentes na redução de juros. “O ambiente externo mostra-se adverso, em função da elevação das taxas de juros de prazos mais longos nos Estados Unidos, da resiliência dos núcleos de inflação em níveis ainda elevados em diversos países e de novas tensões geopolíticas”, destacou o comunicado.

Apesar das dificuldades, o texto informou que o Copom continuará a fazer novos cortes de 0,5 ponto nas próximas reuniões. O Copom, no entanto, indicou que poderá mudar o tempo do período de cortes, caso as condições tornem mais difícil reduzir juros.

“A magnitude total do ciclo de flexibilização ao longo do tempo dependerá da evolução da dinâmica inflacionária, em especial dos componentes mais sensíveis à política monetária e à atividade econômica, das expectativas de inflação, em particular daquelas de maior prazo, de suas projeções de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”, ressaltou o texto.

A taxa está no menor nível desde maio do ano passado, quando estava em 11,75% ao ano. De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em setembro, o indicador ficou em 0,26% e acumula 5,19% em 12 meses . Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada pelos economistas.

O índice fechou o ano passado acima do teto da meta de inflação. Para 2023, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,75% nem ficar abaixo de 1,75% neste ano.

No Relatório de Inflação divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a estimativa de que o IPCA fecharia 2023 em 5% no cenário base. A projeção, no entanto, pode ser revista para baixo na nova versão do relatório, que será divulgada no fim de dezembro.

As previsões do mercado estão mais otimistas que as oficiais. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,63%, abaixo portanto do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,86%.

Crédito mais barato

A redução da taxa Selic ajuda a estimular a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais baixas dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Inflação, o Banco Central aumentou para 2,9% a projeção de crescimento para a economia em 2023.

O mercado projeta crescimento semelhante, principalmente após a divulgação de que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas) cresceu 0,9% no segundo trimestre . Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,89% do PIB em 2023.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Fonte: https://acobrasil.org.br/site/noticia/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1225-ao-ano/

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Importações de aço vão atingir recorde no ano https://acosjoseense.com.br/2023/12/06/importacoes-de-aco-vao-atingir-recorde-no-ano/ https://acosjoseense.com.br/2023/12/06/importacoes-de-aco-vao-atingir-recorde-no-ano/#respond Wed, 06 Dec 2023 11:00:00 +0000 https://acosjoseense.com.br/?p=530 Projeção do setor é de entrarem no país 5 milhões de toneladas em 2023, oriundas de China, Rússia, Coréia do Sul e outros países da Ásia O mercado brasileiro de aço deve fechar o ano com recorde histórico de importação – cerca de 5 milhões de toneladas, ou até mais. A estimativa é do Instituto […]

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Projeção do setor é de entrarem no país 5 milhões de toneladas em 2023, oriundas de China, Rússia, Coréia do Sul e outros países da Ásia

O mercado brasileiro de aço deve fechar o ano com recorde histórico de importação – cerca de 5 milhões de toneladas, ou até mais. A estimativa é do Instituto Aço Brasil, que acaba de fechar os dados de setembro. Os números mostram que o país continua a ser inundado com material importado. No mês passado, o volume oriundo de China e outros países, como Rússia, Coreia do Sul e Turquia, subiu 138%, comparado com um ano atrás. No ano, as importações de aço plano, longo, especiais e outros tipos tiveram salto de 58%.

O maior volume registrado no país foi em 2010, com cerca de 4,4 milhões de toneladas, num momento que o PIB brasileiro crescia na faixa de 7%. Até setembro, entraram no país 3,73 milhões de toneladas. Mas o ritmo, mesmo arrefecendo em dezembro, pode ficar numa média superior a 400 mil toneladas por mês no último trimestre, avalia a entidade.

Conforme o Aço Brasil, que reúne as siderúrgicas instaladas no país, na contramão as vendas internas recuaram 5,9% no mês passado. No acumulado, até setembro, foi registrada queda de 5,4% na mesma base de comparação.

Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do Aço Brasil, comentou os números do balanço que será divulgado neste terça-feira (24). Disse que retratam o agravamento da situação que vive o setor siderúrgico no país. “Se nada for feito, certamente haverá consequências ruins na cadeia produtiva do setor de transformação”, afirmou.

“Considerando a importação direta de aço mais produtos contendo aço, o volume corresponde a duas usinas siderúrgicas integradas”, afirma o dirigente.

A aceleração das importações a partir de abril tornou-se o “fantasma” das siderúrgicas locais. Por quê não dizer, o dragão. O aço chinês lidera as compras de consumidores locais, sob argumentos de que os produtos chegam ao país com preços mais em conta, mesmo considerando fretes e taxas alfandegárias. Do volume que entrou em setembro (549 mil toneladas), 56% veio da China. “A China não esconde que está produzindo em ritmo firme e com exportações de 100 milhões de toneladas/ano para desovar excedentes que sua economia não consome”, diz Lopes.

Lopes afirma: “a competição é com o Estado chinês, dono da maioria das siderúrgicas que operam com margens negativas, pois praticam preços inferiores à realidade de custos. Além disso, o governo oferece subsídios e incentivos às empresas, mais preocupado em garantir empregos locais”.

“Diante dessa situação, o que estamos pleiteando ao governo é uma medida emergencial de proteção, pelo período de um ano, de 25% de alíquota de importação”, diz Lopes. Ele afirma que o objetivo é preservar mercado interno. “Não se prevê qualquer alta de preço em decorrência disso”, diz.

Segundo ele, a taxa de penetração de aço importado no consumo aparente local em setembro atingiu 23,2%, quase o dobro da média de 2013 a 2023, que foi de 12,3%.

Esse cenário foi levado ao ministro da Fazendo, Fernando Haddad, e seus secretários, na sexta-feira, em apresentação que durou uma hora e meia. “O ministro ficou sensibilizado com a situação do setor e procurou saber mais informações do comportamento das exportações chinesas”. O encontro com Haddad se segue a outros realizados com o ministro do MDIC, Geraldo Alckmin.

“O governo federal está ciente da situação existente, do agravamento que ocorre e das consequências que poderão vir se nenhuma medida de peso for tomada no curto prazo”, disse Lopes. Ele aponta, por exemplo, fechamentos de usinas siderúrgicas (algumas já paralisadas e outras com baixa ocupação de capacidade), corte de pessoal, desabastecimento de aço e desarranjo das cadeias produtivas.

Lopes reafirma que as sobretaxas sobre importações no Brasil estão desalinhadas em relação a outros países – EUA e União Europeia adotaram 25% mais cotas, mesmo percentual praticado pelo México e em avaliação no Chile. A alíquota de importação no Brasil é de 9,6%. “É uma baixíssima proteção, considerando que outros mercados da regão estão fechados ao aço chinês. E quase nula para 40% do aço que entra via portos de Santa Catarina, que reduz o ICMS de 12% para 4%”, diz.

Em setembro, a produção de aço bruto no país ficou em 2,53 milhões de toneladas – menos 9,3% (há que se ressaltar que o principal alto-forno da Usiminas está em reforma desde abril e a volta é prevista para o fim deste mês ou início de novembro). A última previsão para o ano é 32,4 milhões de toneladas – menos 5% em relação ao ano passado.

As exportações subiram 1,4% em setembro, mas no ano registram queda de 4,4%. A projeção de embarques para 2023 é de 11,9 milhões de toneladas (menos 0,3%, ante previsão de aumento de 7,6% feita em abril).

O consumo aparente, com aumento das importações, foi 8,5% maior em setembro e subiu 0,5% no acumulado de nove meses. A estimativa é encerrar o ano em queda de 1,5%, somando 23,2 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos. “Um grande problema é a estagnação do consumo per capita de aço no Brasil, que cresceu mirrados 5,5% desde 1980. No Chile subiu 117% e no México, 70%, enquanto a média mundial, foi de 74%”, diz Lopes.

Fonte: https://acobrasil.org.br/site/noticia/importacoes-de-aco-vao-atingir-recorde-no-ano/

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Após queda da Selic, confiança da indústria cresce, diz CNI https://acosjoseense.com.br/2023/10/24/apos-queda-da-selic-confianca-da-industria-cresce-diz-cni/ https://acosjoseense.com.br/2023/10/24/apos-queda-da-selic-confianca-da-industria-cresce-diz-cni/#respond Tue, 24 Oct 2023 11:00:00 +0000 https://acosjoseense.com.br/?p=524 O Índice de Confiança do Empresário Industrial avançou 2,1 pontos, passando de 51,1 pontos para 53,2 pontos. O aumento, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que o indicador começa a se afastar da linha divisória dos 50 pontos que separa confiança de falta de confiança.  “Pela primeira vez desde outubro de […]

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O Índice de Confiança do Empresário Industrial avançou 2,1 pontos, passando de 51,1 pontos para 53,2 pontos. O aumento, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que o indicador começa a se afastar da linha divisória dos 50 pontos que separa confiança de falta de confiança. 

“Pela primeira vez desde outubro de 2022, as expectativas em relação à economia brasileira cruzaram a linha que separa o pessimismo do otimismo para os próximos seis meses”, avaliou a entidade, em nota.

O levantamento ouviu 1.373 empresários, incluindo 555 de empresas de pequeno porte, 508 de médio porte e 310 de grande porte, entre 1º e 7 de agosto de 2023. A consulta aos empresários, portanto, foi feita após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir em 0,5% a taxa básica de juros, a Selic, que agora está em 13,25%.

“O empresário está mais confiante para os próximos seis meses, influenciado pela queda na taxa de juros”, destacou o comunicado da CNI. “Os industriais ainda não se mostram satisfeitos com as condições atuais da economia, mas já houve melhora na percepção”, completou a confederação.

Fonte: https://acobrasil.org.br/site/noticia/apos-queda-da-selic-confianca-da-industria-cresce-diz-cni/

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Setor de serviços cresce 4,7% no primeiro semestre https://acosjoseense.com.br/2023/09/13/setor-de-servicos-cresce-47-no-primeiro-semestre/ https://acosjoseense.com.br/2023/09/13/setor-de-servicos-cresce-47-no-primeiro-semestre/#respond Wed, 13 Sep 2023 11:00:00 +0000 https://acosjoseense.com.br/?p=515 O setor de serviços no Brasil encerrou o primeiro semestre de 2023 com alta de 4,7% em sua atividade econômica, mostrou nesta quinta-feira (10) a Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi obtido com a alta de 0,2% na passagem de maio para junho, puxada pela […]

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O setor de serviços no Brasil encerrou o primeiro semestre de 2023 com alta de 4,7% em sua atividade econômica, mostrou nesta quinta-feira (10) a Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi obtido com a alta de 0,2% na passagem de maio para junho, puxada pela recuperação parcial dos serviços profissionais, administrativos e complementares.

O volume de serviços prestados no país chegou em junho a patamar 12,1% maior que o de fevereiro de 2020, referência da atividade econômica pré-pandemia de covid-19. Apesar disso, o montante ainda está 1,5% abaixo do ápice atingido na série histórica, em dezembro do ano passado.

O aumento no volume de serviços se deu em 16 unidades da Federação. São Paulo (0,3%), Paraná (1,9%), Distrito Federal (2,9%) e Minas Gerais (0,9%) foram as que mais influenciaram positivamente o indicador nacional. A principal contribuição negativa veio do Rio de Janeiro (-2,4%).

A comparação com junho do ano passado mostra crescimento de 4,1%, a 28ª taxa positiva seguida nesse indicador.

Segmentos

Entre os setores que contribuíram para a variação positiva de junho estão as empresas de atividades jurídicas, as de administração de cartões de desconto e de programas de fidelidade e as de engenharia. Esses prestadores de serviços fizeram com que os serviços profissionais, administrativos e complementares interrompessem a queda contabilizada em maio e abril.

Os serviços prestados às famílias acumulam ganho de 4,1% nos últimos três meses, sendo 1,9% apenas em junho. O IBGE associa esse desempenho ao crescimento da receita de empresas de restaurantes e de espetáculos teatrais e musicais.

Três das cinco atividades investigadas pela pesquisa cresceram em junho, e a terceira a crescer foi a dos serviços de informação e comunicação. Do lado negativo estão as atividades de transportes e outros serviços.

No caso dos transportes, houve queda de 0,3% após aumento de 2,2% em maio. Puxaram a variação para baixo os segmentos de gestão de portos e terminais, transporte aéreo de passageiros, transporte rodoviário coletivo de passageiros e transporte por navegação interior de carga.

A pesquisa também revelou que o índice de atividades turísticas variou -0,4% de maio para junho, mas havia acumulado ganho de 4,3% no primeiro semestre. Segundo o IBGE, o volume de serviços no turismo se mantém 4,9% acima do patamar pré-pandemia e se encontra 2,6% abaixo do ponto mais alto da série, alcançado em fevereiro de 2014.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: https://acobrasil.org.br/site/noticia/setor-de-servicos-cresce-47-no-primeiro-semestre/

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Instituto Aço Brasil prevê aceleração da economia com a Reforma Tributária https://acosjoseense.com.br/2023/08/16/instituto-aco-brasil-preve-aceleracao-da-economia-com-a-reforma-tributaria/ https://acosjoseense.com.br/2023/08/16/instituto-aco-brasil-preve-aceleracao-da-economia-com-a-reforma-tributaria/#respond Wed, 16 Aug 2023 11:00:00 +0000 https://acosjoseense.com.br/?p=511 O Instituto Aço Brasil considera a aprovação do texto-base da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Reforma Tributária, ocorrida na madrugada desta sexta-feira (7/7) na Câmara dos Deputados, uma grande vitória para o país. Além de ser indutora do crescimento econômico, também permitirá a recuperação da competitividade sistêmica da indústria como um todo, uma vez […]

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O Instituto Aço Brasil considera a aprovação do texto-base da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Reforma Tributária, ocorrida na madrugada desta sexta-feira (7/7) na Câmara dos Deputados, uma grande vitória para o país. Além de ser indutora do crescimento econômico, também permitirá a recuperação da competitividade sistêmica da indústria como um todo, uma vez que é o principal item que compõe o Custo Brasil.

Para o Aço Brasil, a reforma tributária desonera os investimentos e a exportação, além de acabar com a cumulatividade dos impostos, que, no caso da indústria do aço, chega a 7%, viabilizando, dessa forma, o aumento da competitividade desse segmento.

“Um sistema tributário que estabeleça o equilíbrio da carga tributária intersetorial deixa de penalizar a indústria, que vem perdendo participação no Produto Interno Bruno (PIB). Uma indústria forte gera renda, empregos qualificados, inovação, desenvolvimento tecnológico, e colabora para o desenvolvimento sustentável do país”, afirma Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil.

Fonte: https://acobrasil.org.br/site/noticia/instituto-aco-brasil-preve-aceleracao-da-economia-com-a-reforma-tributaria/

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Estão abertas as inscrições para o Congresso Aço Brasil 2023 https://acosjoseense.com.br/2023/07/31/estao-abertas-as-inscricoes-para-o-congresso-aco-brasil-2023/ https://acosjoseense.com.br/2023/07/31/estao-abertas-as-inscricoes-para-o-congresso-aco-brasil-2023/#respond Mon, 31 Jul 2023 11:00:00 +0000 https://acosjoseense.com.br/?p=506 Já estão abertas as inscrições para o maior evento nacional da cadeia do aço, o Congresso Aço Brasil 2023, realizado pelo Instituto Aço Brasil. O evento será realizado nos dias 26 e 27/09, no Hotel Unique, em São Paulo. Entre os principais temas dos debates, destacam-se a “Nova ordem econômica mundial – inserção do Brasil”, “Geopolítica do […]

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Já estão abertas as inscrições para o maior evento nacional da cadeia do aço, o Congresso Aço Brasil 2023, realizado pelo Instituto Aço Brasil.

O evento será realizado nos dias 26 e 27/09, no Hotel Unique, em São Paulo.

Entre os principais temas dos debates, destacam-se a “Nova ordem econômica mundial – inserção do Brasil”, “Geopolítica do Aço – Cenário Atual e Perspectivas”, “Recuperação da competitividade sistêmica da indústria”, “O desafio de atrair e reter talentos na indústria”, “Mudanças climáticas e Tendências e desafios da Indústria do Aço – A visão dos CEOs”.

Em celebração aos 60 anos do Instituto Aço Brasil, haverá, dentro da programação, um jantar especial no Hotel Rosewood, na noite do dia 26/09.

Para se inscrever, basta acessar: https://congressoacobrasil.org.br/

Mais informações: eventos@acobrasil.org.br

Fonte: https://acobrasil.org.br/site/noticia/estao-abertas-as-inscricoes-para-o-congresso-aco-brasil-2023/

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Economia brasileira cresce 1,9% no primeiro trimestre deste ano https://acosjoseense.com.br/2023/06/22/economia-brasileira-cresce-19-no-primeiro-trimestre-deste-ano/ https://acosjoseense.com.br/2023/06/22/economia-brasileira-cresce-19-no-primeiro-trimestre-deste-ano/#respond Thu, 22 Jun 2023 11:00:00 +0000 https://acosjoseense.com.br/?p=503 Segundo o IBGE, o PIB acumula alta de 3,3% no período de 12 meses O Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1,9% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com os últimos três meses do ano passado. O PIB, no período, somou R$ […]

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Segundo o IBGE, o PIB acumula alta de 3,3% no período de 12 meses

O Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1,9% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com os últimos três meses do ano passado.

O PIB, no período, somou R$ 2,6 trilhões. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a economia brasileira avançou 4%. O PIB acumula alta de 3,3% no período de 12 meses.

Com o resultado, a economia brasileira está no maior patamar da série histórica, iniciada em 1996, e 6,4% acima do patamar pré-pandemia (último trimestre de 2019).

Setores

O crescimento na comparação com o trimestre anterior foi puxado pela agropecuária, que teve alta de 21,6%. Segundo o IBGE, o resultado é explicado principalmente pelo aumento da produção da soja, principal lavoura de grãos do país, que concentra 70% da safra no primeiro trimestre e deve fechar este ano com recorde.

“A soja tem peso muito grande, especialmente no primeiro semestre do ano, quando a gente tem a colheita. E a soja tem expectativa de crescimento de quase 25% e com ganhos de produtividade”, explica a pesquisadora do IBGE Rebeca Palis. “A soja foi a grande responsável pelo crescimento da economia como um todo”.

Os serviços, principal setor da economia brasileira, também tiveram crescimento no período (0,6%), com destaque para o desempenho das atividades de transportes e de atividades financeiras (ambos com alta de 1,2%).

A indústria, por sua vez, teve variação negativa de 0,1% no período, o que, segundo o IBGE, representa estabilidade. Bens de capital (máquinas e equipamentos usados no setor produtivo) e bens intermediários (insumos industrializados usados no setor produtivo) apresentaram queda, enquanto as indústrias extrativas cresceram 2,3% e atividade de eletricidade e água, gás, esgoto, atividades de gestão de resíduos subiu 1,7%.

A construção e a indústria da transformação tiveram queda no período, de 0,8% e 0,6%, respectivamente. Segundo Rebeca Palis, esses setores foram impactados pela taxa básica de juros em um patamar mais alto do que no início do ano passado.

“A construção e indústria da transformação dependem muito de crédito. São afetados pelo aumento de juros e pela política monetária restritiva, com o aumento do custo do crédito”, afirma a pesquisadora.

Sob a ótica da demanda, o crescimento foi sustentado principalmente pelo setor externo. As exportações de bens e serviços caíram 0,4%, mas as importações recuaram ainda mais (-7,1%).

Também tiveram alta o consumo das famílias (0,2%) e o consumo do governo (0,3%). A formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, caiu 3,4% no período, influenciada pela política monetária que encarece o crédito.

O consumo das famílias foi beneficiado por fatores como a melhora do mercado de trabalho, aumento da massa salarial do trabalhador e redução da inflação nos últimos meses. Mas teve seu crescimento restringido pelo endividamento das famílias e também pelo encarecimento do crédito.

Comparação anual 

Na comparação com o primeiro trimestre de 2022, a agropecuária também puxou o crescimento do PIB, com um aumento de 18,8%. Os outros setores também cresceram: serviços (2,9%) e indústria (1,9%).

Sob a ótica da demanda, o setor externo também contribuiu bem, com um aumento de 7% das exportações. Nessa comparação, o consumo das famílias teve uma alta de 3,5%. Também apresentaram resultados positivos, o consumo do governo (1,2%) e os investimentos (0,8%).

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SINOBRAS realiza Workshop do Projeto da Nova Aciaria em Marabá https://acosjoseense.com.br/2023/05/18/sinobras-realiza-workshop-do-projeto-da-nova-aciaria-em-maraba/ https://acosjoseense.com.br/2023/05/18/sinobras-realiza-workshop-do-projeto-da-nova-aciaria-em-maraba/#respond Thu, 18 May 2023 12:59:05 +0000 https://acosjoseense.com.br/?p=498 De 28 a 30 de março, a SINOBRAS, empresa do Grupo Aço Cearense, realizou um Workshop do Projeto Nova Aciaria em Marabá. Durante o evento foi apresentado o status atual do desenvolvimento do projeto de engenharia e foram discutidos itens como: macroprocessos, rota de produção, capacidade produtiva, características e qualidade dos produtos, integração com o […]

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De 28 a 30 de março, a SINOBRAS, empresa do Grupo Aço Cearense, realizou um Workshop do Projeto Nova Aciaria em Marabá. Durante o evento foi apresentado o status atual do desenvolvimento do projeto de engenharia e foram discutidos itens como: macroprocessos, rota de produção, capacidade produtiva, características e qualidade dos produtos, integração com o Projeto Tecnored e as primeiras opções de layout.

Saiba mais clicando no link: https://acobrasil.org.br/site/noticia/intencao-de-consumo-das-familias-cresce-08-no-brasil/

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Força feminina em crescimento na ArcelorMittal https://acosjoseense.com.br/2023/04/10/forca-feminina-em-crescimento-na-arcelormittal/ https://acosjoseense.com.br/2023/04/10/forca-feminina-em-crescimento-na-arcelormittal/#respond Mon, 10 Apr 2023 16:34:42 +0000 https://acosjoseense.com.br/?p=494 Produtora de aço possui meta de 25% de mulheres em cargos de liderança até 2030. 👉Saiba mais sobre a presença feminina na indústria do aço acessando: Força feminina em crescimento na ArcelorMittal

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Produtora de aço possui meta de 25% de mulheres em cargos de liderança até 2030.

👉Saiba mais sobre a presença feminina na indústria do aço acessando:

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Gerdau Next e SpaceTime Labs lançam soluções tecnológicas para a indústria https://acosjoseense.com.br/2023/02/17/gerdau-next-e-spacetime-labs-lancam-solucoes-tecnologicas-para-a-industria/ https://acosjoseense.com.br/2023/02/17/gerdau-next-e-spacetime-labs-lancam-solucoes-tecnologicas-para-a-industria/#respond Fri, 17 Feb 2023 14:45:10 +0000 https://acosjoseense.com.br/?p=487 Chamada Ubiratã, nova empresa desenvolve e opera plataformas e soluções de gêmeos digitais que utilizam aprendizado de máquina e sistemas robóticos autônomos para a transformação de múltiplas indústrias de base. 👉Saiba mais sobre essa novidade acessando: Gerdau Next e SpaceTime Labs lançam joint venture com soluções tecnológicas de ponta para a indústria

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Chamada Ubiratã, nova empresa desenvolve e opera plataformas e soluções de gêmeos digitais que utilizam aprendizado de máquina e sistemas robóticos autônomos para a transformação de múltiplas indústrias de base.

👉Saiba mais sobre essa novidade acessando:

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